
No tear. – Contra os poucos que têm prazer em desatar os nós das coisas e desmanchar sua trama, há muitos (todos os artistas e mulheres, por exemplo) que se empenham em atá-los e confundi-los de novo, assim transformando o compreendido em incompreendido e, se possível, em incompreensível. Não importando o que mais resulte disso – o que foi tramado e atado sempre parecerá um tanto sujo, pois nele trabalham e atuam muitas mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário