quinta-feira, 30 de agosto de 2007


Para as fêmeas eu não mais existo, e a maior parte da culpa é minha.
Não vou a danceterias, bazares de igreja, leituras de poesias,
love-ins e essa merda toda, e é aí onde as putas batalham.

Eu costumava ir nos bares , vez ou outra caia na estupida lábia de alguém,
e era arrastado para algum evento social de onde sempre voltava arrependido
e com os ouvidos e olhos agredidos..
Agora não consigo mais agüentar os bares.
Esses caras apenas sentados alí, sozinhos, passando horas,
esperando que algum buraco sifilítico apareça,
a cena toda é vergonhosa para a raça humana.

Por que há tão poucas pessoas interessantes?
Em milhões, por que não há algumas?
Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa?
O problema é que tenho de continuar a me relacionar com eles.
Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas,
se eu quiser consertar este computador,
se eu quiser dar descarga na privada, comprar um pneu novo,
arrancar um dente ou abrir a minha barriga,
tenho que continuar a me relacionar.
Preciso dos desgraçados para as menores necessidades,
mesmo que eles me causem horror.
E horror é uma gentileza

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