domingo, 22 de março de 2009


Quite honestly, most women bore me, you know?
If they smoke I'm turned off,
if they drink I'm out of there,
if they're stupid I'm bored,
if they're mean I'm bored,
if they're trying to use me I'm out of there, so I guess I'm very picky.
If they don't work out, I'm not interested.
If the mind is lazy and the body is lazy, who cares?
Hey go be fat on someone else's time.

sexta-feira, 20 de março de 2009


Qual pode ser a nossa doutrina? - Que ninguém dá ao ser humano suas características, nem Deus, nem a sociedade, nem seus pais e ancestrais, nem ele próprio( - o contra-senso dessa última idéia rejeitada foi ensinado, como "liberdade inteligível", por Kant, e talvez já por Platão). Ninguém é responsável pelo fato de existir, por ser assim ou assado, por se achar nessas circunstâncias, nesse ambiente. A fatalidade do seu ser não pode ser destrinchada da fatalidade de tudo o que foi e será. Ele não é conseqüência de uma intenção, uma vontade, uma finalidade própria, com ele não se faz a tentativa de alcançar um “ideal de ser humano” ou um “ideal de felicidade” ou um “ideal de moralidade” — é absurdo querer empurrar o seu ser para uma finalidade qualquer. Nós é que inventamos o conceito de “finalidade”: na realidade, não se encontra finalidade... Cada um é necessário, é um pedaço de destino, pertence ao todo, está no todo — não há nada que possa julgar, medir, comparar, condenar nosso ser, pois isto significaria julgar, medir, comparar, condenar o todo... Mas não existe nada fora do todo! O fato de que ninguém mais é feito responsável, de que o modo do ser não pode ser remontado a uma causa prima, de que o mundo não é uma unidade nem como sensorium nem como “espírito”, apenas isto é a grande libertação — somente com isso é novamente estabelecida a inocência do vir-a-ser... O conceito de “Deus” foi, até agora, a maior objeção à existência... Nós negamos deus, nós negamos a responsabilidade em Deus: apenas assim redimimos o mundo.

domingo, 15 de março de 2009



Serei alvo de gratidão, se resumir uma visão tão nova e tão essencial em quatro teses: assim facilito a compreensão e também desafio a contestação.
Primeira tese: As razões que fizeram "este" mundo ser designado como aparente justificam, isto sim, a sua realidade - uma outra espécie de realidade é absolutamente indemonstrável.
Segunda tese: As características dadas ao "verdadeiro ser" das coisas são as características do não-ser, do nada - construiu-se o "mundo verdadeiro" a partir da contradição ao mundo real: um mundo aparente, de fato, na medida em que é apenas uma ilusão ótico-moral.
Terceira tese: Não há sentido em fabular acerca de um "outro" mundo, a menos que um instinto de calúnia, apequenamento e suspeição da vida seja poderoso em nós: nesse caso, vingamo-nos da vida com a fantasmagoria de uma vida "outra", "melhor".
Quarta tese: Dividir o mundo em um "verdadeiro" e um "aparente", seja à maneira do cristianismo, seja à maneira de Kant (um cristão insidioso, afinal das contas), é apenas uma sugestão da décadence - um sintoma da vida que declina...O fato de o artista estimar a aparência mais que a realidade não é objeção a essa tese. Pois "a aparência" significa, nesse caso, novamente a realidade, mas numa seleção, correção, reforço...O artista trágico não é um pessimista - ele diz justamente Sim a tudo questionável e mesmo terrível, ele é dionisíaco...

sábado, 7 de março de 2009


A - I guess God has a plan for all of us.
J - God's a kid with an ant farm, lady. He's not planning anything.

terça-feira, 3 de março de 2009


Quando a rotina corrói forte,
e as ambições são pequenas
E o ressentimento voa alto,
mas emoções não crescerão
E vamos mudando nossos caminhos,
pegando estradas diferentes

Então o amor,
o amor vai nos dilacerar
de novo

Por que esse quarto está tão frio,
de costas, do seu lado?
É o meu tempo que falhou,
nosso respeito corre tão seco
Mas ainda há esta atração,
que mantivemos ao longo de nossas vidas

Então o amor,
o amor vai nos dilacerar
de novo

Você grita durante seu sono,
todos os meus fracassos expostos
Fique com o gosto de minha boca,
enquanto o desespero toma conta
Será que algo tão bom,
simplesmente não funciona mais?

Quando o amor,
o amor vai nos dilacerar
de novo





Love Will Tear Us Apart...again

segunda-feira, 2 de março de 2009


Aquele que recebe de mim uma idéia, tem aumentada a sua instrução sem que eu tenha diminuída a minha. Como aquele que acende sua vela na minha recebe luz sem apagar a minha vela. Que as idéias passem livremente de uns aos outros, para a instrução moral e mútua dos homens e a melhoria de sua condição.
Parece ter sido algo peculiar e benevolentemente desenhado pela natureza ao criá-las, como o fogo, expansível no espaço, sem diminuir sua densidade em nenhum ponto.
Como o ar que respiramos, move-se incapaz de ser confinado ou apropriado com exclusividade.
Invenções portanto, não podem na natureza ser sujeitas à propriedade.

domingo, 1 de março de 2009


Quando o assunto é besteira, besteira de verdade... deve-se tirar o chapéu em admiração para a grande campeã de falsas promessas e declarações exageradas: A Religião, sem dúvidas. Sem sombra de dúvidas.

Na Religião se encontra o maior papo-furado já dito na história.
Imagine só: A Religião chegou a convencer as pessoas de que existe um "homem-invisível", morando no céu, que vê tudo o que você faz – todo dia, a todo instante.
E o "homem-invisível" tem uma lista especial de dez coisas que não quer que você faça.
E se você fizer qualquer uma dessas dez coisas, Ele tem um lugar especial – cheio de fogo, fumaça, ardor, tortura e angústia – para onde o enviará, para sofrer e se queimar e se sufocar e gritar e chorar para todo o sempre, até o fim dos tempos...
Mas ele te ama!