
Voilà!
À vista, um humilde veterano vaudevilliano,
apresentado vicariamente como ambos vítima e vilão pelas vicissitudes do Destino.
Esta visagem, não mero verniz da vaidade, é ela vestígio da vox populi,
agora vacante, vanescida, enquanto a voz vital da verossimilhança
agora venera aquilo que uma vez vilificaram.
Entretanto, esta valorosa visitação de uma antiga vexação, permanece vivificada,
e há votado por vaporizar estes venais e virulentos verminados
vanguardeiros vícios e favorecer a violentamente viciosa e voraciosa violação da volição.
O único veredito é a vingança, uma vendeta, mantida votiva,
não em vão, pelo valor e veracidade dos quais um dia
deverão vindicar os vigilantes e os virtuosos.
Verdadeiramente, esta vichyssoise de verbosidade vira mais verbose
vis-a-vis uma introdução, então é minha boa honra conhecê-la
e você pode me chamar de V
Sr.V, traduz pra mim?;)
ResponderExcluirvacante, vanescida, vichyssoise.
O dia já se foi, e a sombra
ResponderExcluirenvolve a terra. É hora de ir ao rio para
encher o meu cântaro.
O ar da tarde está ansioso com a
música triste da água. Sim, ele me chama
para entrar no crepúsculo. Ninguém passa
pelo caminho solitário. O vento se levanta e
as ondas se encavalam no rio.
Não sei se voltarei para casa. Não sei
com quem poderia me encontrar. No vau
do rio, num pequeno barco, o homem
desconhecido toca o seu alaúde.
(R.Tagore)