
É preciso livrar-se da agitação desregrada, à qual se entrega a maioria dos homens.
Eles vagam ao acaso, mendigando ocupações.
Suas saídas absurdas e inúteis lembram as idas e vindas das formigas ao longo das árvores, quando elas sobem até o alto do tronco e tornam a descer até embaixo, para nada.
Quantas pessoas levam uma existência semelhante, que se chamaria com justiça de preguiça agitada?
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